Apr 27


Lançado hoje o Ubuntu 9.04, a nova versão do software livre. O modelo inclui novidades como o Gnome 2.2.6 e o Linux Kernel 2.6.28. Outras diferenças em relação ao Ubuntu 8.10 são o cloud computing na edição Server, a maior rapidez na performance de boot (uma das surpresas mais agradáveis), e as novas formatações de estilo nas notificações e preferências. A edição 9.04 também suporta arquivos Ext4 e ainda vem com o OpenOffice 3.0 instalado.

As versões do sistema são lançadas de seis em seis meses, geralmente em abril e outubro. Apesar das visíveis melhorias, as modificações desse novo modelo não foram tão grandes, mas trouxeram praticidade ao serviço.

O novo Ubuntu, também apelidado de Jaunty Jackalope, pode ser baixado através do seu site oficial. Na página, além da disponibilidade de download, o internauta também encontra um guia para instalação, no qual já consta uma lista de possíveis problemas do sistema operacional.

Fonte : Olhar Digital

Jan 14

Jul 21

O P2P, Peer-to-Peer (do inglês: Par-a-Par), rede linear, rede distribuída ou rede não hierárquica é uma topologia de redes caracterizada pela descentralização das funções na rede, onde cada terminal realiza tanto funções de servidor quanto de cliente

Conceito:

Geralmente, uma rede Peer-to-Peer é constituída por computadores ou outros tipos de unidades de processamento que não possuem um papel fixo de cliente ou servidor, pelo contrário, costumam ser considerados de igual nível e assumem o papel de cliente ou de servidor dependendo da transação sendo iniciada ou recebida de um outro par da mesma rede.

Uma rede Peer-to-Peer, diferentemente de uma rede em estrela, é criada com o intuito de compartilhar dispositivos e dados, e não serviços. Como não existe gerenciamento central, a informação trafega por todos ou muitos dos nós da rede, desde sua origem até o destino, sendo ignorada por todos os nós exceto o destinatário. As estações intermediárias atuam simplesmente como repetidoras da informação.

Os nós da rede Peer-to-Peer podem diferir em termos de configuração local, capacidade de processamento, capacidade de armazenamento, largura de banda, entre outras características particulares. O primeiro uso da expressão Peer-to-Peer foi em 1984, com o desenvolvimento do projeto Advanced Peer-to-Peer Networking Architecture na IBM.

Tráfego de dados

Uma vez estabelecida a conexão entre dois nós, a transmissão de dados entre eles ocorre da mesma forma que em uma linha dedicada. No caso de redes Peer-to-Peer virtuais, uma vez estabelecida a conexão, o tráfego percorre um caminho fixo pela rede, de forma análoga ao que ocorre numa linha telefônica de serviço telefônico fixo comutado.

Redes virtuais

O termo é utilizado em diferentes tecnologias que adotam um modelo conceitual Peer-to-Peer (em Portugal, conhecido como par-a-par), tal como o protocolo NNTP (para Usenet News), SMTP (para envio de mensagens eletrônicas - e-mail), e sistemas de troca de mensagens instantâneas (ICQ, MSN). Porém, o termo tornou-se popular com o surgimento de aplicações de compartilhamento de arquivo, em outras palavras, programas que possibilitam a distribuição de arquivos em rede, permitindo o acesso de qualquer usuário dessa rede a este recurso. Outros tipos de recursos podem ser compartilhados em redes Par-a-Par, tal como capacidade de processamento de máquinas, espaço de armazenamento de arquivos, serviços de programas (software, em inglês) - analogamente aos Web Services, entre outros.

Em 1999, Shawn Fanning criou o Napster, para compartilhamento de arquivos de música (principalmente MP3), e trouxe o conceito de Par-a-Par para a mídia, principalmente após tornar-se alvo de ataques jurídicos por parte das companhias fonográficas.

Após o Napster, dezenas de outras aplicações Par-a-Par foram lançadas: DreaMule, Ares, LimeWire, iMesh, WinMX, AudioGalaxy, Kazaa, Gnutella, Freenet, Shareaza, eDonkey, eMule, aMule, Bearshare, ANts P2P, entre outros.

Direitos Autorais:
As redes P2P são acusadas no mundo todo de ferir os direitos autorais, por disponibilizar arquivos sem a autorização dos proprietários do copyright. Muitos usuários destas redes P2P defendem que a ausência de lucro na reprodução do copyright não deveria ser criminalizado. No Brasil, a lei dos direitos autorais, proibe qualquer tipo de reprodução de conteúdo protegido que não seja autorizado (art. 105).
Arquitetura Peer-to-Peer

O Napster e outras aplicações intituladas Peer-to-Peer, tais como o IRC e o ICQ, são baseadas em uma arquitetura cliente/servidor, pelo menos para algumas tarefas críticas, como indexação de informação. Por outro lado, redes como Gnutella e Freenet usam uma arquitetura Peer-to-Peer pura, sem nenhuma centralização de tarefas.

Aparentemente mal empregado, o termo Peer-to-Peer, quando usado para aplicações como o Napster, ressaltam a importância do papel exercido pelos nós da rede. Estes passam a servir como provedores de informação, e não apenas consumidores passivos; ainda que de acordo com pesquisadores do Xerox PARC, 70% dos usuários não contribuem com nenhum arquivo, enquanto 1% dos pares é responsável por 50% dos arquivos disponíveis.

A arquitetura completamente descentralizada do Gnutella faz com que os usuários tenham o mínimo de contato com o servidor central, o que além de promover maior escalabilidade ao sistema, serve de estratégia para evitar os problemas judiciais que terminaram com o Napster.

No entanto, aplicações Peer-to-Peer “puras” são raras. A maioria das arquiteturas Peer-to-Peer é híbrida, utilizando alguns elementos centralizadores na execução de tarefas cujo desempenho é crítico. Redes completamente descentralizadas já foram usadas anteriormente em aplicações de propósito específico, como a Usenet (1979) e a FidoNet (1984). Porém, as questões de desempenho induzem a uma centralização parcial das atividades em pares de maior capacidade. Outras técnicas têm sido desenvolvidas visando o aperfeiçoamento de sistemas Peer-to-Peer.

Plataformas e Frameworks para Aplicações Peer-to-Peer
Inicialmente, as aplicações Peer-to-Peer surgiram monolíticas, ou seja, o programa precisava implementar seu próprio protocolo de comunicação Peer-to-Peer para permitir a interoperabilidade entre os nós constituintes do seu sistema em rede. Porém, além de um grande re-trabalho, estes esforços em requisitos não-funcionais das aplicações implicavam na impossibilidade de comunicação entre sistemas diferentes, mesmo que os serviços providos por eles fossem equivalentes. Por exemplo, arquivos compartilhados em sistemas como o Kazaa, eMule e Gnutella ficam acessíveis exclusivamente dentro de suas próprias redes, levando usuários a manterem instalados em suas máquinas clientes para cada um dos sistemas de compartilhamento de arquivos que pretenda usar.

Com a popularização deste tipo de aplicação, surgiu um esforço em prover plataformas para desenvolvimento de aplicações Peer-to-Peer, de tal maneira que estas possam comunicar-se entre si. Entre elas, destacam-se o JXTA, o Windows Peer-to-Peer Networking e o XNap.

O JXTA e o Windows Peer-to-Peer Networking são especificações de protocolos Peer-to-Peer e de uma API para utilização dos serviços, sendo o primeiro com implementações em Java e em C.

O XNap provê, além de uma API de serviços Peer-to-Peer, também um framework para desenvolvimento das aplicações em si, incluindo recursos de interface gráfica com o usuário. Um Framework Peer-to-Peer, portanto, vai além de uma plataforma para comunicação Peer-to-Peer, provendo serviços adicionais não necessariamente relacionados com a comunicação em si, mas indispensáveis para o desenvolvimento rápido de aplicações baseadas nesta arquitetura.

Outros exemplos de frameworks para desenvolvimento de aplicações Peer-to-Peer são o Oog (Duke University), o Lancaster´s P2P Framework (University of Lancaster) e o COPPEER (UFRJ), sendo os dois últimos abstrações construídas sobre o JXTA.

Kademlia

Kademlia é conceito de rede altamente descentralizada baseada em “nós” de rede. Os próprios usuários constituem a estrutura da rede dispensando servidores. Várias redes utilizam o conceito Kademlia.

Overnet

A rede Overnet é uma espécie de eDonkey “paga”. É preciso comprar o programa da empresa que a desenvolveu. É uma variante do eDonkey totalmente descentralizada e mais rápida seguindo o conceito Kademlia e foi a primeira implementação da mesma.

Gnutella

Rede open-source surgida no final de 2000 utilizada inicialmente por usuários do sistema Linux. Possui uma estrutura altamente descentralizada não havendo mesmo nenhum servidor central sequer. Os usuários constituem a estrutura da própria rede. Entre os programas que a utilizam, estão o BearShare , LimeWire e agora o Shareaza.

Gnutella 2

Segundo projeto da rede Gnutella mas agora com servidores centrais optimizando buscas e o desempenho geral da rede. É conhecida principalmente no programa Shareaza. Recebeu críticas quando foi criada pelos criadores da Gnutella original.

Kad Network

Rede paralela do programa eMule introduzida pelo autor do mesmo em 2004; é uma implementação fiel ao conceito Kademlia. Essa rede tinha por objetivo inicial, oferecer mais fontes aos usuários do programa e mais tarde se tornar uma rede P2P completa.

OpenFT

OpenFT é um protocolo desenvolvido pelo projeto giFT. O nome “OpenFT” significa “Open FastTrack”. Entretanto, o OpenFT é um protocolo completamente novo, apenas algumas poucas vieram do pouco que se sabia sobre a FastTrack quando o OpenFT foi desenvolvido. Assim como a FastTrack, o OpenFT é uma rede onde nodos enviam listas de arquivos compartilhados para outros nodos. Isso reduz o consumo de banda necessário para a pesquisa, entretanto, consumindo mais recursos do processador e mémoria nos nodos.

AudioGalaxy

Projeto antigo da empresa de mesmo nome, o Audiogalaxy centralizava todo o seu acervo indexando-o em seu sítio oficialmente. Foi facilmente fechada por um processo judicial na Inglaterra. Era uma implementação de FTPs sendo mais superficial ao usuário.

SoulSeek

Rede introduzida para trocas de músicas em 2000. Utiliza programa de mesmo nome. Caracteriza-se pelo fato de ter um grande número de arquivos raros, e principalmente música alternativa. O programa cliente tem uma interface simplificada, e permite a adição de usuários em uma hotlist, ou seja, uma lista de contatos que permite saber quando um usuário que tem arquivos relevantes está conectado à rede. Também há na rede SoulSeek um serviço de bate-papo (chat) parecido com o IRC, que possibilita uma melhor interação entre os usuários, que também podem criar seus próprios canais de chat.

Fonte: Wikipedia

Jul 20


Avira AntiVir é um antivírus reconhecido internacionalmente pelos usuários assíduos da web. Depois de fazer sucesso com a versão paga, a qual conquistou 15 milhões de usuários, a Avira GmbH redesenhou o software para uso doméstico, lançando-o gratuitamente para o público

O perigo sonda a internet

Não é de hoje que os piratas da computação têm aprontado com os computadores pessoais. Pelo contrário, com a globalização da internet o caos se alastrou e, hoje, navegar na internet tornou-se cada vez mais perigoso. Os mais experientes que o digam, pois basta entrar num website inescrupuloso e várias portas estarão abertas para os corruptos infestarem seu computador.

Além das formas de transferência de arquivos crescerem muito, existem programas patrocinados por terceiros, os quais — em sua maior parte — instalam spywares ou adwares sem avisar os usuários. A melhor solução é prevenir-se com o que há de melhor no mercado de segurança.

Cortando o mal pela raiz

Com um mecanismo de funcionamento amadurecido, a equipe focou seus esforços para armazenar todos os antídotos necessários para combater vírus, cavalos-de-tróia, worms, discadores e arquivos mal-intencionados. O programa contém todas as ferramentas essenciais de um antivírus, separando-as por abas. São elas:

Estado (Status): Fornece informações sobre atualização, tempo de expiração (as versões gratuitas deste software devem ser atualizadas em intervalos de tempo específicos para prolongar este item) e o estado do guardião em tempo real.

Escaneador (Scanner): Escaneia o computador em busca de arquivos infeccionados. O escaneamento não é dos mais rápidos, contudo investiga cada área do seu computador. Caso algo seja encontrado, o programa interrompe o escaneamento, permitindo ao usuário escolher entre as opções de ação, podendo apagar os arquivos, mantê-los no computador ou jogá-los na quarentena se achá-los suspeitos.

Guardião (Guard): O guardião protege o seu computador em tempo real. Se você, ao entrar em um site fraudulento ou instalar um programa perigoso, deparar-se com ameaças, o guardião entra em cena e age de forma imediata, dando um fim às pragas virtuais. É ótimo para quem navega muito na web ou instala softwares regularmente.

Quarentena (Quarentine): Quarentena é um período de quarenta dias onde são isolados possíveis contágios e epidemias biológicas, numa alusão ao Estado de Sítio. Na computação o conceito é semelhante, todos os arquivos suspeitos ou que possuem perigos em potencial são deslocados para esta seção, não interferindo mais no funcionamento do computador.

Agenda (Scheduler): Área onde você pode programar tarefas, tais como escaneamento e atualização.

Relatório e Eventos (Reports e Events): As duas últimas abas são destinadas a armazenar relatórios de alertas e ações realizadas, exibindo de forma detalhada todos os processos executados pelo programa.

Opinião do TechWill:
Conheci o Avira assim que cheguei na Campus Party onde fiz amizade com o meu amigo Jean que me indicou o Anti Virus, como eu estava em um evento de informatica onde haviam + de 1,800 pessoas conectadas na internet incluindo Crackers e não Hackers a segurança  em meu PC era essencial pois havia brincadeiras entre os Crackers de mandar Trojans entre eles,o Avira me vigiou por 1 semana que foi o tempo do evento e esta comigo até hoje, na minha opnião ele é muito melhor que o tão famoso AVG Anti Virus e tambem é gratuito e tem constantes atualizações .

Para baixar o Avira clique aqui

Fonte: Baixaki

Jul 11

360desktop traz uma experiência moderna para visualização da Área de Trabalho, permitindo realizar giros de 360 graus. O programa oferece opções para que você crie um plano de fundo personalizado, aplicando Papéis de Parede próprios do 360desktop, além de poder inserir vários widgets (pequenos aplicativos com uma interface gráfica disponíveis, geralmente, no desktop) na Área de Trabalho.

Aumentando o tamanho do desktop

360desktop não vai criar novos desktops para você utilizar, mas sim estender a sua velha e conhecida Área de Trabalho. Após executar o programa, uma barra pequena de controle surgirá na parte superior de sua tela. Por meio dela, é possível girar e percorrer todo o desktop.

O papel de parede fica como se fosse uma imagem panorâmica, contendo uma largura maior do que os formatos de imagem comuns. Assim, você ganha um espaço ilimitado, podendo deixar janelas de aplicativos abertas, mas “escondidas” em outra região da Área de Trabalho. O mesmo ocorre com os ícones, que giram na tela enquanto você percorre o desktop.


Baixando novos temas

O desenvolvedor do programa oferece uma série de papéis de parede em tamanho panorâmico para serem baixados e instalados. O processo é simples: clique aqui e acesse o site. Até o momento, existem três opções diferentes de arquivos.

O formato dessas imagens é 360, ou seja, referentes apenas ao programa. Depois de baixar a imagem, apenas a abra usando o 360desktop (fique tranquilo que essa escolha ocorre automaticamente).

Instale widgets

Vários widgets, como calculadores, relógios, calendários etc. podem ser inseridos nesse desktop novo. Para isso, basta acessar a página que contenha o widget que você instalar, copiar o código fonte dele e colar na opção “Embed Code Widget”, disponível no ícone de uma ferramenta na opção de comando do programa (na barra superior da tela).

Dica importante

Depois de instalar o programa recomenda-se reiniciar o sistema operacional, para que todos os recursos sejam estabelecidos e funcionem corretamente.

Para baixar
Rapidshare

Fonte : Baixaki