
Segundo informações da TGDaily, a HTC consegue produzir o G1, o primeiro aparelho com o sistema operacional móvel Android, com materiais mais baratos que a Apple e seu famoso iPhone.
As diferenças entre os custos de hardware para a produção dos aparelhos chegam a 17%. Enquanto o mais significante gasto da Apple se refere a memória flash e a tela, a HTC enfrenta custos altos na produção de unidades baseband.
A Apple paga US$23 por cada chip de 8 GB de memória, o componente mais caro na fabricação do iPhone 3G. A HTC, no entanto, gasta $28,49 no chip baseband, que utiliza uma combinação de um microprocessador ARM11 para aplicações multimídia e um núcleo ARM7 para funções de modem.
Ambas as empresas gastam cerca de US$20 para a fabricação da tela touchscreen. No caso do módulo de câmera, a HTC chega a investir o dobro da Apple (US$ 13 vs US$7).
Fonte: Google Discovery


MP5,6,7,8 e 9 Player é o nome comercial utilizado (apenas no Brasil e Paraguai) para designar aparelhos portáteis (PMP, ou Portable Media Player) capazes de tocar músicas armazenadas em arquivos no formato MP3, executar vídeos em uma pequena tela de cristal líquido e gravar vídeo ou funcionar como câmera.
O nome segue a mesma linha dos MP4/MTV Players, porém, o nome “MP5″ não se refere ao formato de arquivo de áudio executado, como no caso do MP3 e MP4. O nome MP5 apenas tem o intuito de passar a imagem de uma “evolução” dos MP4 e MP3 players.
Os Mp5 e outros mais comuns são os de 512 MB até 8 GB.
Funções basicas
Reproduz musicas no formato MP3, WMA (poucos efetivamente reproduzem MP4;
Reproduz vídeos em formato variado (geralmente o equipamento vem com um Cd para conversão do video para o formato suportado);
Rádio FM;
Função Flash Drive;
Entrada para Cartão de Memória;
Câmera digital (geralmente de 1 a 3 megapixels);
Filmadora digital;
Agenda telefônica;
Reproduz textos (geralmente em formato TXT);
Gravador de voz;
Reprodutor de imagens nos formatos JPEG, BMP e GIF;
Função pra Jogos eletrônicos.
Fonte: Wikipedia
Acabei de receber o e-mail da Apple sobre o lançamento da nova geração do Ipod Nano:


(Steve Jobs durante a apresentação no novo Ipod Nano)
- mais fino, mais largo e com uma tela maior
- terá acelerômetro que permitirá girar a tela e assistir vídeos tanto na vertical quanto na horizontal

- nova interface / trará a funcionalidade Genius integrada (recurso que permite criar listas de reproduções automaticamente com apenas um clique, baseado na música que você está escutando );
- fotos e vídeos podem ser mostradas no modo landscape. Detecta automaticamente um microfone quando é conectado para gravar voz
- se você agitar o iPod Nano, ele entra em modo aleatório de músicas
- fone com controle de volume
- bateria com 24 horas de autonomia para música e 4 horas pra vídeo
- modelo de 8GB - US$ 149 / 16GB - US$ 199
- disponível em oito cores
Detalhes:
Fonte: E-mail Apple / TechGuru
Que a Asus mudou o mundo dos notebooks com a sua linha de ultraportáteis Eee, não resta dúvida. E a empresa taiwanesa surpreendeu mais ainda ao lançar diversos modelos da série em um curto espaço de tempo (o blog testou o primeiro Eee em fevereiro deste ano), apresentando versões cada vez mais aprimoradas. E, desta vez, o Techguru testou o primeiro equipamento Eee a contar com o processador Intel Atom.

Batizado de 901, o equipamento traz melhorias interessantes no seu desempenho, por conta do uso deste novo chip e também no design. Além disso, ele conta com novos recursos e, infelizmente, ainda traz um defeito que vem desde o Eee de 7 polegadas. Para conhecer este ultraportátil em detalhes, basta conferir o vídeo abaixo em mais uma edição do iTV. Bom proveito!

Vídeo: O Techguru testou o primeiro Asus Ee com processador Intel Atom. Confira!
Antes do almoço aqui na Campus Party de Valencia eu fui dar uma volta e ver as atrações daqui da CP Valencia.
DIT - Digital Interactive Table

(Estande da DIT)

(DIY funcionando como um jogo de futebol de botão)
A empresa espanhola Tempoel apresentou em fevereiro desse ano a Digital Interactive Table (DIT), uma das atrações da Campus Party Futuro. O representante da empresa, Oriol Aragones, enumerou algumas das tecnologias do aparelho: sistema multitouch, resistência à água, proteção acrílica de 10mm de espessura (que evita o reflexo da luz infravermelha)… “É uma coisa do futuro”, resumiu Oriol.
Sua aplicação é especialmente interessante em museus, galerias, restaurantes, qualquer lugar em que o público possa interagir em grupo. É isso que faz o nome multitouch: vários usuários manuseando conteúdos virtuais.
O protótipo vai correr o mundo em eventos e feiras de tecnologia. Na Espanha e em Portugal já é possível ir a lojas da Kodak e o próprio consumidor mexer nas suas fotos, através de aparelhos similares.
Pileus


Numa base de um guarda-chuva comum foi montada uma câmara fotográfica ligada a um sistema que possui um software que faz o upload automático das imagens para uma conta no Flickr. Imediatamente a seguir podemos visualizar essas imagens na superfície interior do guarda-chuva , graças a um pequeno projector acoplado.
A engenhoca é tudo menos portátil, pelo menos enquanto a miniaturização não permitir reduzir o peso e o tamanho de todo o equipamento (também possui GPS). É legítimo perguntar para que é que serve e se é funcional, uma vez que não parece que a electrónica resista à chuva nem que se consiga fechar todo o conjunto e colocá-lo no bengaleiro.
Androide Der da empresa Japonesa Kokoro Dreams


Jdome - Tela oval de projeção

EarthWalk

Reactable
Omelete
No final de junho eu reclamei que o primeiro trailer de Star Wars: Lightsaber Duels, jogo de batalhas de Sabres de Luz para o Nintendo Wii, não mostrava pessoas jogando para que pudessemos ver como o wiimote se comportava como a arma jedi. Agora, na E3, a LucasArts finalmente mostra o que todo mundo queria ver… Mas a jogabilidade não parece lá das melhores. Veja abaixo se a movimentação não parece um tanto engessava e limitada a alguns tipos de movimentos (e confira também 10 novas imagens na galeria):
A mecânica do game será baseada no uso do controle sensível a movimentos wiimote, que deverá ser empunhado como o sabre. A LucasArts promete que os movimentos serão copiados ao máximo na tela, colocando os jogadores nas mais importantes batalhas de Clone Wars: A série de televisão e longa-metragem animado. Ele terá vários personagens diferentes, cada um com habilidades e estilos de luta específicos. Um dos roteiristas da série e boa parte do elenco estão gravando mais de 4 mil linhas de diálogo, que acontecerá durante as lutas: cada personagem terá frases exclusivas a dizer dependendo de seu opontente. Haverá também um modo multiplayer e a possibilidade do uso da Força para jogar coisas e afetar o inimigo.
O game sai até o final do ano.
Fonte: Omelete
Dica: Diego Farina

O site The Simpsons Shop está vendendo uma série especial de iPods personalizados com Homer Simpson e cia.
São duas mil unidades numeradas de iPods touch, classic, nano e shuffle com três opções de estampa. A mais legal traz um selo “Homer Tested”. Além disso, o comprador pode escrever seu nome ou uma mensagem com até 30 caracteres abaixo do desenho.
Os preços dos players vão de 89 dólares (iPod shuffle de 1 GB) a 599 dólares (iPod touch de 32 GB). Segundo informações do site, o frete para o envio de produtos para o Brasil fica entre 20,95 dólares e 52,95 dólares, dependendo do valor da compra.
Para os fãs ricos dos Simpsons compre um Ipod Touch e de um Ipod Video pra mim xD
Fonte: Info
Navegue pela internet sem suar a mão..

O mouse vem equipado com um cooler (é sério mesmo?)
Fonte: 7 Gadgets

Existe algo de errado quando uma batida no muro a mais de 200 km/h se transforma em um dos fenômenos mais deslumbrantes da natureza? Em “Race driver: Grid” isso acontece sempre que a adrenalina explode e você esquece que acelerador não é brinquedo. Arranhões na lataria, estilhaços de vidro e pára-choques que ficam pelo caminho serão as testemunhas incontestáveis de cada barbeiragem que você cometer por essas pistas - desde os EUA até o Japão.
Com visual realista e nível de pilotagem bastante exigente, ”Grid” está entre os grandes do ano e é obrigatório na coleção de quem desconfia que jogos de corrida um dia serão compreendidos pela psicologia moderna. O único porém é que o jogo pode parecer exigente demais à primeira vista.
Produzido pela Codemasters, especialista em jogos de corrida como a série de rally “Colin McRae”, “Grid” é um simulador de corrida que permite ao jogador gerenciar sua carreira correndo em eventos divididos em três ligas: América, Europa e Japão. Além de pilotar, você toma conta da equipe. Escolhe nome, define o visual dos carros e negocia os patrocínios mais vantajosos. “Grid” está disponível para PC, Xbox 360, PlayStation 3 e o portátil Nintendo DS.
Para o que der e vier
Se você vai jogar “Grid” no PC, procure conseguir um bom controle (gamepad), já que será frustrante manobrar Porsches e Mustangs usando o teclado. O jogo oferece uma série de ajustes de direção, incluindo auxílios mecânicos para os jogadores iniciantes, mas nada disso torna a experiência tão simples como em jogos “arcade” da série “Need for speed”, por exemplo.

(A visão de dentro do carro é uma das mais emocionantes (e arriscadas)
Para se dar bem nas três ligas, você deverá dominar cada tipo de carro, desde os clássicos “muscle cars” até carros modernos tunados, e cada modalidade de corrida. Elas podem acontecer em circuitos de rua (apertados, sem chance para erros), pistas oficiais (24 horas de Le Mans) ou até em arenas improvisadas de derrapagem (drift), no Japão.
Mas não é preciso ser expert em todos os estilos para avançar. Você pode escolher de quais torneios vai participar e ainda tem a alternativa de comparecer como “convidado especial” em eventos paralelos para aumentar sua reputação.
O mundo não pára
“Grid” leva o tema corrida de carros a sério. Uma batida na lateral arranha a pintura do carro. Um toque mais violento em outro carro compromete a roda, que passa a “puxar” o carro e afetar o rendimento na pista. Até mesmo os rivais, controlados pelo computador, erram – ao contrário de muitos jogos com a inteligência artificial automática.

Não é raro ver rivais derrapando, perdendo o controle na curva e causando acidentes monumentais. Os pedaços quebrados, de pára-choques a aerofólios, ficam na pista até o fim da corrida, em uma espécie de “mundo persistente” em que cada ação traz uma conseqüência.
Quanto mais dinheiro você ganha nas competições, mais alto é o lugar ocupado por sua equipe no ranking. Ao final de cada temporada são divulgados os resultados gerais, e é bom vencer eventos se quiser se destacar entre centenas de rivais.

(O importante é vencer, mas é impossível não reparar nos belos cenários de algumas cidades)
Uma peça importante na estratégia é a escolha dos patrocinadores que vão ser exibidos em seu carro. Provavelmente, você vai ignorar aspectos visuais e escolher “quem paga mais”. No início, marcas desconhecidas prometem cerca de US$ 3mil (virtuais, claro) por qualquer corrida que você complete. Quando seu status aumenta, surgem marcas reconhecidas pagando muito mais – incluindo um site de leilões da vida real que tem seu merchandising em “Grid”.
Vem de “Prince of Persia” uma das “novidades” de “Grid”. É possível voltar no tempo para corrigir uma entrada de curva errada ou uma tentativa de ultrapassagem que terminou na caixa de brita. Os chamados “flashbacks” são limitados, e variam em quantidade de acordo com a dificuldade escolhida. O funcionamento é simples: tendo batido ou não, você acessa o menu de replay e escolhe algum ponto para retomar a corrida. Mas não se assuste se continuar errando na mesma curva várias vezes: “Grid” é mesmo complicado.

(Nem sempre a tática de ‘entrar no bolo sem pedir licença’ vai funcionar em ‘Grid’ )
Mas tanta dificuldade traz recompensas. Os cenários, as pistas e o “feeling” de estar dirigindo um carro em alta velocidade, fazendo curvas perfeitas e lutando por lugares e voltas mais rápidas, dá a sensação de “dever cumprido” a cada evento vencido.
Segue o video do Jogo
Fonte:Globo.com
Dica do meu amigo Diego Farina